sexta-feira, 19 de outubro de 2018

A amplitude da imprecisão cognitiva- O poder de Deus propriamente dito


A amplitude da imprecisão cognitiva
O poder de Deus propriamente dito
                As alegorias humanas, detentoras de uma visão carnal a cerca de Deus me chama muito atenção. Não as vejo com poder salvifico, de modo algum. Tem o meu menosprezo, com certeza. Porém, a cognição de indução psicológica é de fato aplicada nesses ensinos hereges vivenciados em religiões pagãs. Deste modo, criam-se alegorias e com ela o sincretismo, que através da fé no material, o imaterial se moverá a seu favor, de acordo com suas necessidades materiais. A fé é aplicada no objeto. O objeto teria poderes espirituais. O espiritual controlaria o material. Isso nos mostra que a cultura catolicista esta impregnada de antemão, na fundação das igrejas chamadas de Neopentecostais. A liturgia do culto pentecostal fora permanecido, porém, acrescido o fermento católico. A criação de cultos sincretistas foi aplicada efetivamente pelas igrejas católicas, desde os seus fundamentos teóricos, a prática religiosa. Funcionalmente seria a mistura do Pentecostalismo, catolicismo e não esqueçamos das práticas judaizantes.
                A fé no objeto, que se configura inanimado, é estereotipado e discriminado por todos os reformistas. Existem diversas passagens bíblicas que refuta quaisquer produtos que a adoração se direciona. Vou citar apenas duas, um do velho testamento, onde Moisés nos “Dez Mandamentos” escreve: “Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima dos céus nem em baixo da terra, nem nas águas debaixo da terra.” (Ex 20.4) Claramente Deus está dizendo: “Não faça nenhum tipo de imagem!” Nada pode substituir a presença do Deus Criador. Barnabé e Paulo foram chamados de deuses “Fizeram-se os deuses semelhantes aos homens” (At 14.11). Eles rasgaram as suas vestes (At 14.14). Não podemos ter nenhum tipo de matéria que institua-se como Deus em nossas vidas. Nada pode alcançar a nossa adoração, oração, preces, e súplicas. Apenas o Deus Criador é digno de receber.
                Além deste absurdo das heresias mais proeminentes nos tempos atuais, temos em plano secundário o objetivo principal: a servidão a Mamom. Vemos que toda essa alegoria aplicada não promove a salvação, nem tão pouco à libertação efetiva da escravidão ao pecado, como é o poder efetivo que Jesus Cristo tem. Os homens não passam pelo Efeito Principal da Cruz (EPC), que é a transformação do homem. Isso é amplamente e insistidamente repetido: o homem que aceita a Jesus Cristo tem sua vida mudada, para melhor.  O seu caráter é retirado, e o caráter de Jesus Cristo passa a existir. Se isso não ocorrer não é o Evangelho de Jesus.
                Infelizmente o EPC tem sido substituído pelo poder da doação monetária. A velha técnica católica da compra de indulgências tem retornado e com bastante força. Os céus não foram comprados com dinheiro, mas com sangue. Não existe valor para isso. Não existe nada acima ou abaixo dos céus que pague a suficiência do Sangue de Cristo. Não há outro caminho a não ser Jesus Cristo. Não há outra verdade a não ser a fé em Cristo. Não há vida fora de Jesus Cristo. É necessário voltarmos ao princípio da pregação de Cristo, e gerar o EPC não somente em nós, mas em todos ao nosso redor através do exemplo de vida e da pregação genuína.
                Nesta substituição de valores, sendo o de valor único e maior, a EPC promovida pelo Espírito Santo aos aceitantes de Jesus Cristo, em relação as quaisquer coisas, que não possuem valor, gera o que Jesus Cristo insiste em suas parábolas. Três parábolas pelo menos: O Trigo e Joio, Bode e Ovelha, Dez Virgens. Cada uma em uma tipificação diferente; aplicabilidade amplificada; porém, com uma mesma mensagem: No mundo, assim como na igreja, haverá os salvos e os nãos salvos. Não cabe nós os retirarmos ou promover discriminação ou seletividade. Ele se coube em fazer isso, no momento do arrebatamento. Não é nosso papel.
                Devido os homens serem mais amantes de si mesmos do que para com o bem, as coisas que modificam a verdade bíblica, bem como a ausência do EPC, cria-se uma geração saturada de seitas extremamente proeminentes. Seita nada mais é que lobos guiando bodes para o juízo de Jesus Cristo, onde haverá a grande separação. A explicativa bíblica em relação a este fato é justamente este: os bodes amam as pregações dos lobos. Os lobos amam o dinheiro e os aplausos dos bodes. E o Diabo se deleita em seus cultos.
                O complexo atrás disto são os membros do Corpo de Cristo. Devido as igreja conter bodes e ovelhas, acrescidos de lobos e pastores, passa-se a existir uma confusão mental nas pessoas, por não saberem onde encontrar a verdade. O marketing implantado pela astúcia dos lobos, publicadas em canais de comunicação, nos mostram milagres fúteis, sem edificação, cujo qual serve apenas para a glorificação do lobo, e o engordamento de suas contas bancárias. Não se vê testemunhos de mudança de caráter, mas fechamento de contratos. Não se há testemunho de mudança de hábito do pecado, mas uma cura sem edificação. Não se há Jesus Cristo, mas sim, a humilhação vergonhosa da Cruz de Cristo.
                Com o forte marketing, testemunhos pagos, endeusamento de lobos, fé aplicada no material, shows de artistas gospel, ofertas de enriquecimentos, show de luzes, gritaria, objetos sincréticos miraculosos, até aquele que é escolhido será enganado. Há quem diga que as ovelhas não acham atrativo. Há quem diga que pastores não são atraídos em fazer cultos como estes. Não é o que os dados nos mostram. A grande chamada perspicaz de Deus é fazer-nos novos homens, e novas mulheres, munidos do caráter de Cristo para edificar o Reino na Terra.
                A falta de conhecimento foi o motivo da destruição de vários povos na bíblia, assim como foi o povo da época de Oseias. A falta de conhecimento destruirá muitas almas, assim como esta sendo em nossa época. Não há mais ninguém que busque a Deus. Há apenas os amantes de si mesmos. O casamento é banalizado, casam-se e dão-se a casamento. Sim, estamos vivendo os tempos de Noé. Sim, Jesus Cristo disse que viria na repetição dos tempos de Noé. A falta de conhecimento está ainda destruindo o povo. Em contrapartida, esta nos mostrando um sinal: breve Jesus voltará.
                A pergunta que fica é: como salvar os bodes? Há quem diga que não se tem salvação. Eu até concordo, mas não posso ficar de braços cruzados. Preguemo-nos a JESUS CRISTO!

quinta-feira, 26 de abril de 2018

O caráter de Barnabé - Estudo sobre a figura Bíblica José, Barnabé.

ETMS- Escola Teológica e Musical Salmista
"A espada que traz da morte para a vida"

Curso: Bacharel em Teologia
Matéria: Teologia Histórica Aplicada ao Biblicismo Novo Testamentário
Período: Geral
Turno: Diurno
Bases bibliológicas: Atos dos Apóstolos (Lucas, sigla: At);  1°Corintios (Paulo, sigla: 1Cor); Gálatas (Paulo, sigla: Gl); Colossenses (Paulo, sigla: Cl); João (João, sigla: Jo); Cantares (Salomão, sigla: Ct)
Lecionador: Elioenai Gabriel Henrique de Oliveira
Referência: OLIVEIRA, Elioenai Gabriel Henrique. O caráter de Barnabé: O caráter da esperança mediante ao mundo caótico. 2017. 5 p. Dissertação (Bacharel em teologia)- ETMS- Escola Teológica e Musical Salmista, Paulínia, 2017. Disponível em: <http://www.rasgouoveu.blogspot.com>. Acesso em: DIA MES ANO.

RESUMO:

O CARÁTER DE BARNABÉ:
"O caráter da esperança mediante ao mundo caótico"

Barnabé não era o nome oficial deste cidadão, mas sim José. Barnabé era apenas um cognominação, ou seja, apelido. Mas, não um apelido qualquer, um apelido que determinava a principal característica deste homem: CONSOLADOR (At 4.36). Este mesmo nome é atribuído á Terceira Pessoa da Trindade Santa, o Espírito Santo, nos mostrando uma relação ministerial profunda (Jo 14.26). Era de descendência Israelita, provindo da nação de levítica, nos mostrando um PROFUNDO CONHECIMENTO da Torá, como costumes judaicos daquela época (At 4.36). Era natural de Chipre, conhecida por ter terras que davam frutos extremamente ambicionados, além de ser uma Ilha localizada perto da cidade de Antioquia e Tarso (Sociedades Bíblicas Unidas, 2002). Seus frutos eram ambicionados, principalmente as suas vinhas que chamavam tanto a atenção, que participam do poema dos Cantares de Salomão (Ct 1.14). Ele tinha uma terra lá, provavelmente herdada pelos seus pais, como de costume. Era um homem de situação financeira abastada, ou seja, era RICO. Esta terra é vendida por ele, e o valor é depositado aos pés dos apóstolos para divisão entre os necessitados (At 4.37). Esse ato nos indica um homem VERDADEIRAMENTE CONVERTIDO, que deixa tudo o que tinha para trás para viver a intensidade do evangelho por completo. Seu convertimento ocorreu provavelmente pouco tempo anteriormente na pregação de Pedro, onde 3.000 almas se converteram a Cristo (At 3.41). Apesar desta pregação ter ocorrido em Jerusalém (At 1.12), a Bíblia afirma que havia ali gente de todo o planeta (At 2.5). Ele passa a ser um HOMEM DE CONFIANÇA mediante os apóstolos. Foi ele, inclusive, que apresentou o perseguidor e matador, Saulo (At 8.1) aos apóstolos (9.27), nos mostrando que continha o dom de DISCERNIMENTO afiadíssimo. A Bíblia se direciona a Ele diretamente, como: CHEIO DO ESPÍRITO SANTO e de FÉ, além de um homem de BEM (At 11.24). E é justamente por causa destas características que os apóstolos resolvem envia-lo a cidade de Antioquia para saber como estava a igreja daquela localidade (At 11.22). Depois de Barnabé atestar como estavam os irmãos, Barnabé não retorna a Jerusalém, mas vai até Tarso e leva Paulo a cidade de Antioquia (At 11.25). Isso nos leva a entender duas possíveis explicação para essa ação: ou ele estava tentando inserir Saulo no mundo missionário, ou estava com uma certa insegurança em relação ao cumprimento de seu envio. O indício mais forte é que Barnabé estava tentando estimular a Saulo iniciar seu ministério. Eles ficaram ali durante um bom período, inclusive encheu-se de profetas naqueles locais (11.27). Barnabé, junto com Paulo, exercia duas funções de PROFETA e DOUTOR(13.1) até o momento que resolvem deixar a cidade, chegando a conclusão que a obra estava finalizada. Voltaram então para Jerusalém, levando consigo João Marcos (At 12.25). Ao chegar em Jerusalém, estes três foram enviados para Chipre, cidade natal de Barnabé (At 13.4), nos mostrando um homem de CARÁTER, pois ele voltaria como perdedor aos olhos de alguns, devido a venda de suas terras. Mas, para ele era a AUSÊNCIA DE AVAREZA. Se mostra também um homem MEDROSO, devido se ausentar quando Paulo é apedrejado por judeus (At 14.19,20). Há um discussão entre Paulo e Barnabé por duas vezes. A primeira por motivos teológicos, onde um defendia a Circuncisão e outro não (At 15.1,2). Provavelmente, Paulo defendia que a incircuncisão não tinha efeito direto na salvação, como a maioria das suas epístolas defende (Cl 2.11, vide all), logo Barnabé tinha uma posição contrária, defendendo a circuncisão como aparato para aquisição da salvação. Em conselho, os apóstolos defenderam a tese paulina (At 15.11). A segunda discussão gera uma ruptura nessa amizade, que já perdura alguns anos. Barnabé gostaria de chamar João Marcos para esta viagem, sendo que Paulo não concordava, por motivos de João Marcos ter se afastado (At 11.38). Houve então um certa contenda, a ponto de se separarem (At 15.39). Barnabé e João Marcos foram para Chipre, e Paulo escolheu a Silas e foi para a Síria (At 15.40,41). Após isso, Barnabé encontra-se com Paulo 14 anos depois, em Jerusalém (Gl 2.1), não se tem relatos bíblicos dos afazeres de Barnabé durante este período, estima-se que ele tenha ficado em Chipre exercendo sua função. Ao encontrar-se depois de 14 anos, Paulo relata que Barnabé deixou-se se levar por alguns erros cometidos pelos apóstolo Pedro, a cerca da circuncisão, dizendo que foi rendido a simulação, mesmo ele pregando a vida inteira para gentios (Gl 2.13). Segundo a tradição, ele morre no ano 61 d.c. apedrejado.

NOME: José, apelidado de Barnabé.
CONVERSÃO: Convertido pela pregação de Pedro.
FUNÇÃO: Apóstolo, Missionário, Doutor, Profeta.
PRINCIPAL CARACTERÍSTICA: Um missionário consolador.
MORTE: Ano 61, por apedrejamento.

Elioenai Gabriel
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O VÉU RASGOOOOOOUUUUUUUUUU!!!!
EU SOU LIVRE, E VOCÊ???